"A avaliação é extremamente positiva onde, para o tempo de inatividade que estes atletas estavam e a evolução que eles tiveram do primeiro treinamento até o momento, é uma evolução extremamente satisfatória. Agora nós precisamos entender e compreender, saber e ter a consciência de que nós estamos, pela primeira vez, uma situação como esta no Brasil onde os atletas ficaram, praticamente, 100 dias em inatividade. Quando o atleta entra em férias, primeiro que o período é infinitamente melhor e quando se consegue chega a ter 30 dias e ele não para. Ele vai dar uma corrida, ele joga uma pelada e dessa vez não. Foram mais de três meses em quarentena, em casa. Então, pra evolução de quem vem de um período de inatividade como este, da forma que foi e com nove dias de trabalho a evolução que vem tendo, estou absolutamente satisfeito como esse grupo", disse.
Com as datas de retorno da Copa do Nordeste, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro praticamente definidas, o desafio é encontrar a melhor formação para colocar em campo, já que quatro reforços foram integrados ao elenco (Felipe Guedes, Elias, Rogerinho e Augusto) e dois saíram (Felipe Pará e Wilson).
"O grupo praticamente é o mesmo. O que passa com a sequência de trabalho é que eles passam a entender melhor o modelo de jogo que a gente pretende adotar, o conceito de função de cada um e nisso aí a gente não teve tempo antes dessa parada. Mas agora, neste primeiro momento, a preocupação ainda é muito física. A nossa escalação é, nestes primeiros trabalhos e talvez, até, nos primeiros jogos, não será os critérios técnico e tático, vai ser o critério do condicionamento físico", falou Roberto Fernandes.
A partir do dia 15 de julho os rubros voltarão a treinar no CT Dr. Abílio Medeiros, em Parnamirim, seguindo o mesmo protocolo médico que está sendo adotado em Pernambuco, com acesso restrito a jogadores, comissão técnica e demais funcionários.
Fotos: Canindé Pereira/América FC